Viviane Alves 15.182 — Da dor, nasceu meu propósito. Tudo que é bom para as mulheres é bom para o país.
Pré-candidata a Deputada Estadual • São Paulo

Tudo que é bom para as mulheres é bom para o país.

Eu não ouvi falar da dor da violência. Eu vivi essa história. Sou a Viviane Alves, apresentadora e mulher de fé, e quero ser uma voz para acolher mulheres e famílias que precisam ser ouvidas, protegidas e respeitadas.

Força Propósito Ação Viviane Alves 15.182 Força Propósito Ação Viviane Alves 15.182 Força Propósito Ação Viviane Alves 15.182 Força Propósito Ação Viviane Alves 15.182

Da dor, nasceu meu propósito

Em 1992, com apenas 7 anos, presenciei minha mãe ser assassinada na minha frente. Levei uma facada, fiquei entre a vida e a morte, e minha irmã foi sequestrada por três meses. Essa dor marcou minha infância. Mas também me ensinou, desde cedo, o valor da vida, da proteção e da dignidade.

Após 25 anos, o assassino da minha mãe foi solto e veio atrás da minha irmã. Isso despertou em meu coração um desejo ainda maior de proteger vítimas e de lutar para que não seja preciso esperar um novo crime para endurecer as leis contra criminosos.

Hoje sou comunicadora, apresentadora na RedeTV! e embaixadora da ONG Florescer. Eu sinto a sua dor porque eu já estive aí. E posso te dizer que a política é um caminho para proteger inocentes, impedir novas tragédias e defender as famílias. Foi da minha dor que nasceu meu compromisso com a proteção, a justiça e a dignidade das vítimas.

como fundamento
Força de quem batalha
Propósito nascido da dor
Ação para transformar

Os cinco eixos do meu mandato

Este programa não é uma lista de boas intenções. É a lista das falhas que eu vivi na pele, traduzidas em ação possível dentro da Assembleia Legislativa de São Paulo. Os eixos seguem a ordem em que o Estado falhou comigo.

Eixo 1

Proteger

Resposta imediata a quem está em risco agora.

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Diagnóstico: São Paulo tem 141 Delegacias de Defesa da Mulher, mas apenas cerca de 13% funcionam 24 horas, descumprindo a Lei nº 14.541/2023, que torna o atendimento ininterrupto obrigatório em todo o país desde 2023. Violência doméstica não acontece em horário comercial.

  • 1.1 Cronograma obrigatório: projeto de lei com metas anuais e publicação de resultados até o cumprimento integral da Lei 14.541/2023 em SP.
  • 1.2 Fiscalização permanente e nominal: requerimentos periódicos à SSP-SP cobrando horário efetivo e tempo médio de atendimento de cada delegacia.
  • 1.3 Atendimento online só como complemento: nunca substituto do presencial, que recolhe prova material.
  • 1.4 Integração de sistemas: unificar medida protetiva, monitoramento eletrônico e acionamento policial.
  • 1.5 Patrulha Maria da Penha: ampliar visitas periódicas às vítimas, em articulação com guardas municipais.
  • 1.6 Acionamento de emergência: dispositivo prioritário para mulheres em risco grave.
  • 1.7 Formação continuada: treinamento obrigatório de policiais civis e militares para evitar a desistência da vítima por mau atendimento.

Como cobrar: publicação semestral de quantas DDMs passaram a operar 24h e do percentual de cumprimento da Lei 14.541/2023.

Eixo 2

Responsabilizar

O que o Estado controla na cadeia da justiça.

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Diagnóstico: o Estado administra presídios, gerencia o monitoramento eletrônico e detém a informação de onde está cada agressor. Quando o homem que matou minha mãe foi solto, ninguém avisou.

  • Proposta-assinatura 2.1 Sistema Estadual de Comunicação Obrigatória à Vítima: projeto de lei para avisar automaticamente a vítima sempre que o agressor for solto, transferido, progredir de regime, receber saída temporária ou tiver o monitoramento interrompido. Simples, automático e sem burocracia.
  • 2.2 Fiscalização do monitoramento eletrônico: equipamentos ativos, violações registradas e tempo médio de resposta.
  • 2.3 Painel público de dados: transparência sobre descumprimento de medidas protetivas e feminicídios por região.
  • 2.4 Grupos de reflexão: implementação e ampliação de grupos para autores de violência, conforme a Lei Maria da Penha.
  • 2.5 Gestão penitenciária: rigor na fiscalização de entrada e saída de presos no sistema estadual.
Eixo 3

Acolher

Nenhuma vítima sozinha.

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Diagnóstico: denunciar é só o começo. Depois vem o exame de corpo de delito, a audiência, o medo e o filho que viu tudo. Eu fui essa criança e ninguém me ofereceu atendimento.

  • 3.1 Centros integrados: delegacia, perícia, apoio psicológico e assistência jurídica no mesmo local.
  • 3.2 Apoio psicológico continuado: atendimento de longo prazo pela rede estadual de saúde para vítimas e familiares.
  • 3.3 Atendimento infantil especializado: suporte para crianças que testemunharam violência doméstica ou perderam a mãe.
  • 3.4 Perícia humanizada: exames no mesmo local de acolhimento, sem deslocamentos dolorosos.
  • 3.5 Casas-abrigo: qualificação, padronização e transparência de vagas em abrigos provisórios.
  • 3.6 Emendas parlamentares: recursos prioritários para equipamentos de acolhimento nos municípios da base.
Eixo 4

Recomeçar

Quem sobrevive precisa de futuro.

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Diagnóstico: a mulher que rompe o ciclo perde casa, renda e rede de apoio. Muitas voltam para o agressor por aritmética financeira, e os filhos crescem sem suporte estruturado.

  • 4.1 Apoio a filhos de vítimas de feminicídio: acompanhamento psicológico de longo prazo, prioridade escolar e apoio ao familiar guardião até a vida adulta.
  • 4.2 Auxílio emergencial estadual: apoio financeiro sem burocracia humilhante para rompimento do ciclo de violência.
  • 4.3 Emprego e qualificação: prioridade em programas estaduais para mulheres em situação de violência.
  • 4.4 Prioridade habitacional: acesso facilitado a moradia com medida protetiva ativa.
  • 4.5 Assistência jurídica gratuita: articulação facilitada com a Defensoria Pública para documentação e amparo legal.
Eixo 5

Prevenir

Para que o crime não chegue a acontecer.

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Diagnóstico: o feminicídio quase nunca é o primeiro episódio. É o último de uma escalada que deu sinais e não foi interrompida.

  • 5.1 Educação e cultura de paz: abordagem adequada na rede estadual de ensino e formação de professores.
  • 5.2 Capacitação intersetorial: treinamento de profissionais de saúde, educação e assistência social para identificar sinais precoces.
  • 5.3 Campanhas permanentes: foco concentrado no Agosto Lilás e divulgação ampla da rede de proteção.
  • 5.4 Apoio à primeira infância: combate preventivo estrutural a ambientes de violência doméstica.

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Proteção, dignidade e justiça para quem mais precisa

Para que nenhuma família passe pelo que a minha passou.

01

Proteger inocentes e acolher vítimas

Trabalhar por um Estado onde pessoas inocentes sejam protegidas, vítimas sejam acolhidas e autores de crimes sejam responsabilizados com rigor, dentro da lei.

02

Proteção à mulher em todo o estado

Lutar para que nenhuma mulher fique sem acolhimento: delegacias da mulher, casas-abrigo e atendimento digno em cada região de São Paulo.

03

Leis mais duras contra criminosos

Lutar para que não seja preciso esperar um novo crime para endurecer as leis, impedir novas tragédias e garantir que o criminoso não volte a ferir outras famílias.

04

Ampliar a rede de apoio às vítimas

Defender políticas públicas que fortaleçam o acolhimento, para que nenhuma mulher e nenhuma família enfrentem sozinhas o que a minha enfrentou.

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